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Inveja Capitalista

“O que faz com que muitos se sintam infelizes no capitalismo é o fato de que este dá a cada um a oportunidade de chegar às posições mais cobiçadas que, é claro, só serão alcançadas por alguns. Tudo o que o homem consegue ganhar será sempre uma mera fração do que a sua ambição o impeliu a ganhar. Existem sempre diante de seus olhos pessoas que tiveram êxito onde ele falhou… O sistema de preços e de mercado do capitalismo é um tipo de sociedade na qual o mérito e os empreendimentos determinam o sucesso ou a derrota do homem.” (A Mentalidade Anti-Capitalista, pp. 12, 14).

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Conseguir dinheiro emprestado, mundo afora, ficou bem mais difícil no período que se seguiu à explosão da crise financeira internacional, em 2008. Por medo de calote, os bancos dos países desenvolvidos passaram a emprestar menos e com juros mais altos. O ambiente inóspito para a maioria dos negócios representou uma bela oportunidade para um grupo de iniciativas inovadoras: os sites que promovem empréstimos entre pessoas pela internet. Esse tipo de crédito, que coloca indivíduos em contato e dispensa a intermediação de bancos, engatinhava desde 2005. Com a crise, disparou.

A empresa de consultoria Gartner calcula que o total de negociações do tipo passou dos US$ 650 milhões, com sites nos Estados Unidos, no Reino Unido, na Alemanha e na China. Em 2010, o Brasil vai entrar nessa conta, com a abertura do primeiro site local de empréstimos entre pessoas.

A iniciativa é do economista paulista Eldes Mattiuzzo. Ele conheceu o serviço em 2008, no site americano Prosper, um dos pioneiros no segmento. Foi um momento de inflexão para Mattiuzzo, que gostou do conceito e, em março de 2009, depois de 14 anos trabalhando no Unibanco, deixou o emprego para iniciar o negócio próprio. Usou a experiência dos seis anos em que trabalhou na área de crédito para criar o Fairplace, que está no Centro Incubador de Empresas Tecnológicas (Cietec) da USP e deverá ir ao ar nesta semana. O site tenta desbravar um mercado virgem, repleto de incertezas que vão das questões regulatórias até o nível de desconfiança do usuário brasileiro.

Sites como o Fairplace são uma espécie de híbrido de redes sociais, como Facebook e Orkut, e sites de leilão, como o Mercado Livre. Eles reúnem pessoas interessadas em tomar empréstimos com outras interessadas em emprestar dinheiro. Há dois motivos principais para que alguém decida oferecer dinheiro na internet. O primeiro é o lucro: um empréstimo de risco médio para outra pessoa dá retorno de cerca de 3% ao mês em juros – mais vantajoso que a poupança, o CDB e outros investimentos de renda fixa, que não chegam a 1% ao mês (todo investimento de renda fixa se baseia em empréstimo de dinheiro para o governo, para o banco ou para outras empresas). O segundo motivo para emprestar Continuar Lendo »

Para refletir…

“…E nunca considerem seu estudo como uma obrigação, mas sim como uma oportunidade invejável de aprender, sobre a influência libertadora da beleza no domínio do espírito, para seu prazer pessoal e para o proveito da comunidade à qual pertencerá o seu trabalho futuro.” Albert Einstein

O Banco do Brasil começou a estender computadores da Nossa Caixa, comprada no fim de 2008, a troca de programas proprietários por software livre. Desde o final do ano passado, 16 mil computadores já receberam BrOffice.org, mas a substituição também atingirá os sistemas operacionais de caixas de agências e terminais de autoatendimento.

“Estamos fazendo a substituição na medida em que vamos absorvendo agências. Nossa expectativa é concluir esse processo nas 564 agências que faltam [a troca já se deu em duas agências] até o fim de junho, início de julho”, explica o assessor de TI do BB, e especialista em software livre, Ulisses Penna.

Ao todo, a Nossa Caixa possui 16 mil máquinas, sendo que a troca se destina a 12,5 mil delas, as quais, atualmente, rodam Windows 2000 e que passarão a utilizar o sistema Linux. As demais, 3,5 mil com Windows XP, na área administrativa da instituição, não passarão pela substituição.
A aproximação do Banco do Brasil com o software livre já tem uma década, mas ganhou mais força a partir de 2003. Desde então, todos os computadores do banco receberam navegadores Firefox, e há 80 mil estações de trabalho, além dos 6 mil servidores, com Linux.

Nesse processo, o BB calcula que já economizou pelo menos R$ 100 milhões em licenças de software – especialmente com os programas para os servidores, que são mais caros.
A troca pelo Linux também tem como alvo todos os ATMs do banco, mas esse processo se mostrou mais complexo do que o inicialmente desejado. Dos 42,5 mil caixas eletrônicos do BB, 7 mil já passaram pela troca de sistema.

“Houve algumas dificuldades e, inclusive, parte das máquinas está obsoleta e terá que ser substituída. Mas já superamos os problemas e até o fim do ano praticamente todos os ATMs terão migrado”, diz Penna.

Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoi…

Aos que estão interessados em realizar um curso de Pós-Graduação, em especial, um MBA, esta é uma excelente oportunidade.

O MBA em Gestão da Qualidade e Produtividade, da Faculdade dos Guararapes – FG, estará fortalecendo as competências dos seus alunos para atuarem nas mais diversas estratégias empresariais relacionais a qualidade, nos segmentos da indústria, comércio e serviços.

INSCRIÇÕES ABERTAS!

Para maiores informações entre em contato através dos telefones: 81 3461 5504 (Office) / 81 8809 3761 (Cell). Ou através do email: raniere@faculdadeguararapes.edu.br

“…Virão sobre Ti…”

“Se atentamente ouvires a voz do SENHOR teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que eu hoje ordeno, o SENHOR, teu Deus, te exaltará sobre todas as nações da terra. Se ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, virão sobre ti e te alcançarão
todas estas bênçãos.” (Deuteronômio 28.1-2.)

No mundo moderno, a felicidade tem sido medida através da aquisição de uma série de bens, serviços e títulos como: carro, celular, computador, roupas, plano de saúde, seguro, diplomas… para isso precisamos obter renda, acumular capital.

A lógica do capital, impulsiona os agentes econômicos (me incluo!) a dedicar a maior parte do tempo as questões relacionadas a trabalho, estudos, alimentação e consumo. Esta busca, reflete em escolhas (trade-offs) não muito racionais. A exemplo: diminuir a quantidade de horas de sono para atingir as metas da vida moderna.

O custo de oportunidade destes trade-offs, muitas vezes, estão entre reduzir o tempo de vida útil ou a qualidade de vida, envolvimento familiar e com amigos, para ter o benefício da eficiência produtiva.

Felizmente há alternativas de baixo custo, que nos fazem refletir sobre a verdadeira essência da vida. E com certeza, esta essência não está edificada nas finanças. Mas, sim, nas palavras sábias que não podem ser adquirdas por meio de moeda.

Acesse aqui:http://www.lagoinha.com/engine.php?pag=ebooks&cat=374&sec=68