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Archive for fevereiro \20\UTC 2010

Os ensinamentos econômicos são modelos que tentam explicitar a realidade de forma simplificada. A Economia, enquanto ciência social, passa a ser melhor compreendida, enquanto lei, ao utilizar-se do Coeteris Paribus.

Coeteris Paribus é uma expressão latina, charmosa, elegante que significa: “tudo o mais constante”; “sem alteração“.

Eis um aplicação:

A afirmação: “Se os preços aumentarem, a demanda será reduzida”, apenas tem validade universal, quando utilizamos a expressão Coeteris Paribus. Se nada alterar, se tudo permanecer constante…todas às vezes em que os preços forem majorados os agentes econômicos, reduzirão a quantidade demandada de um determinado bem ou serviço.

No entanto, há situações em que isto não ocorre. O iPhone da Apple é um bom exemplo. No Brasil, as operadores de celulares realizaram cadastro de reserva, lista de espera, dos seus clientes para o iPhone.

Ocasionalmente, haverá uma situação real para refutar (contrariar) “As Leis da Economia”.

Os economistas utilizam a expressão Coeteris Paribus justamente para demonstrar que a economia não é uma ciência exata, cartesiana, imutável.

As pessoas reagem de forma diferente, a interação é dinâmica, permeadas por uma série de variáveis. E por isso, a economia precisa da matemática e da estatística, para quantificar o comportamento dos agentes econômicos (minimizar os erros).

Assim, jovens apreciadores da economia, em situações de perigo usem a frase: “Saída pela esquerda”…ops! não era bem isso que gostaria de dizer, perdoem-me!

Digo lhes: Coeteris Paribusrsrsrss.

Qualquer semelhança com o personagem, Leão da Montanha, produzido pelos Estúdios Hanna-Barbera é mera coincidência.

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Controlar o corpo, controlar a boca. Mas, sobretudo, o desafio está em controlar a mente. É uma questão de TradeOff...isto é Economia!

As escolhas estão presentes no dia-a-dia de qualquer agente econômico. Quer seja um empresário capitalista ou um monge Zen Budista. As pessoas precisam decidir sobre o quanto aportar, do orçamento mensal, para alimentação, vestuário, investimento, lazer, poupança, dentre outros.

As boas escolhas nos liberta, permitem ver o mundo com mais clareza, sem medo, com dignidade, sem o sabor amargo das dívidas, das cobranças e/ou decepções.

O tempo para a realização das atividades cotidianas a exemplo de: ler  os emails pessoais no ambiente de trabalho; dedicar o final de semana apenas ao lazer; dormir após a meia-noite…também representam situações que envolvem o componente do Tradeoff.

Não se pode viver sem realizar escolhas, sem enfrentar os dilemas do Tradeoff. É preciso conhecer os princípios da economia, para utilizá-los como bússola na perspectiva de encontrar os melhores caminhos da vida. Mesmo quando optamos por não tomar decisão (manter a posição de neutralidades), estamos realizando TradeOff.

Ah! antes que esqueça: Amar a Deus e as pessoas, também correspondem a uma tomada de decisão, ou seja, uma escolha.

Bem, preciso tomar uma decisão: terminar este post. (é a fibra conceitual do TradeOff).

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