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Archive for novembro \24\UTC 2009

A ilustração, a seguir, nos proporciona algumas reflexões.

Se a tendência permanecer, qual será a nossa atitude nos próximos 40 anos?

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Um senhor de 70 anos viajava de trem, tendo a seu lado um jovem universitário que lia um livro de ciências. O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta.

Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia e estava aberta no livro de Marcos… Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:

– O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices ?

– Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado ?

– Mas é claro que está ! Creio que o senhor deveria estudar a História Universal.

Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda crêem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.

– É mesmo ? E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia ?

– Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas me deixe o seu cartão, que eu lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.

O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário.

Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma “ameba bêbada”… No cartão estava escrito:

Professor Doutor Louis Pasteur Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Científicas – Universidade Nacional da França – Cartão de visitas.

 

– Fato verdadeiro ocorrido em 1892 e integrante da biografia de Pasteur.

‘Um pouco de ciência nos afasta de Deus… Muito, nos aproxima.’

– Louis Pasteur.

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Do Primeiro Olhar

É aquele momento em que a Vida passa da sonolência para a alvorada. É a primeira chama que ilumina o íntimo mais profundo do coração.

É a primeira nota mágica arrancada das cordas de prata do sentimento. É aquele momento instantâneo em que se abrem diante da alma as crônicas do Tempo, e se revelam aos olhos as proezas da noite, e as vozes da consciência.

Ele é que abre os segredos da Eternidade para o futuro. É a semente lançada por Ishtar, deusa do Amor, e espargida pelos olhos do ser amado na paisagem do Amor, depois regada e cuidada pela afeição, e finalmente colhida pela alma.

O primeiro olhar vindo dos olhos do ser amado é como o espírito que se movia sobre a face das águas e deu origem ao céu e à terra, quando o Senhor sentenciou: “E agora, vivei!”

 

(Gibran Kahlil Gibran)

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O lápis

lapis1

O fabricante de lápis falou com cada um de seus lápis:

“Há cinco coisas que você precisa saber antes de eu lhe enviar para o mundo. Sempre se lembre delas e se tornará o melhor lápis que pode ser:

Você fará grandes coisas, mas só se estiver seguro na mão de alguém.

Você experimentará um doloroso processo de ser afiado de vez em quando, mas é necessário se quiser se tornar um lápis melhor.

Você pode corrigir qualquer mal-entendido que ocasionar.

A sua parte mais importante sempre estará do lado de dentro.

Não importa a condição, continue a escrever; sempre deixe uma marca clara e legível, mesmo nos dias difíceis

Todos prometeram lembrar-se sempre disso e entraram na caixa. Compreenderam plenamente o propósito do fabricante.

(Autor Anônimo)

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A modernidade do Consumo

O economista John Maynard Keynes, considerado o pai da Macroeconomia, estimava o consumo como uma função da Renda disponível. As pessoas precisam ter trabalho, gerar produção, para atingir as metas de consumo.

Atualmente as empresas, através do marketing, criam uma atmosfera onde o consumo tornou-se sinônimo de modernidade.

Nas escolas, as crianças que se destacam em alguma área como: matemática, futebol, ciências, ou algo do gênero, são “presenteadas” com produtos de marcas. Na verdade, essa generosidade se configura em uma estratégia de marketing fabulosa.

Os “pequenos” líderes, admirados por seus outros coleguinhas, transitam com os seus “presentes” hightec, permeando uma aura de inovação, superioridade, ou o que poderíamos dizer: diferencial competitivo.

“Toda” escola passa a desejar aqueles produtos. As crianças se agrupam em tribos, identificadas por elementos comuns e, por isso, necessitam adquir estes objetos mágicos como simbologia de pertencimento ao grupo, ou na busca, de alcançar a admiração dos amiguinhos.

Os seres humanos almejam valor+Ação(valorização). E a varinha mágica do mercado continua regendo as nossas ações, com maestria, no sistema capitalista.

Os pais, por sua vez, para satisfazer os desejos dos “filhotes” adquirem as marcas em forma de: games, álbuns de figurinhas, baús, sandálias, relógios, bonequinhos, dentre outros.

Assim meus amigos poetas, na modernidade, o chip do consumo está presente desde o momento em que nascemos.

C´est la vie!

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