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Archive for novembro \28\UTC 2008

4770_409Brasília. Após o governo brasileiro ter ameaçado suspender a autorização para que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financie a venda de 24 aviões Supertucanos à Força Aérea do Equador, um negócio de US$ 261 milhões, o governo do país andino recuou e confirmou nesta terça-feira que vai pagar em meados de dezembro uma parcela prevista em contrato de US$ 15 milhões, parte de dívida com o banco estatal.

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“…Eu sei que ela nunca mais apareceu na minha vida, minha mente novamente. Eu sei, que o que ficou não desapareceu, a minha vida muda sempre lentamente…”  (Cidade Negra – Mús.: A sombra da maldade).

 

As nuvens baixas, pesadas, de coloração cinza escuro, anunciam que lá vem a chuva. Os proativos aproveitam os sinais dos tempos para retirar aquele casaco do guarda-roupa e saborear o dia de frio. Enquanto os reativos, reclamam, perdem o humor e, o pior de tudo, ainda ficam resfriados.

Todos sabem ler os sinais da chuva, todos sabem que as taxas de juros do cheque especial são exorbitantes. O diferencial está na atitude proativa ou reativa das pessoas diante dos fatos.

O detalhe é que, fatores como: o baixo (ou nenhum) controle dos gastos pessoais, ausência do hábito de poupar, eventualidades, desejos, desejos e mais desejos, permitem que a “sombra da maldade” dos juros do cheque especial, invadam a nossa casa.

O que precisamos descobrir?

Digamos que uma pessoa compre um jogo de pneus novos, no valor de R$ 500,00, utilizando o limite “bondoso” do cheque especial.  Para efeitos de cálculo, vamos considerar uma taxa média de juros de 9,25% ao mês. Qual será a nossa dívida em 04 (quatro anos)

Utilizando a calculadora HP-12C:  48n     9,25i     500PV     FV

No quarto ano, o valor inicial de R$ 500,00  terá se transformado ( Future Value – FV) em:

R$ 34.930,07, mantendo-se as condições de juros e supondo que não houve nenhuma amortização e/ou renegociação no período. Ou seja, o capital inicial (o jogo de pneus) sofreu uma mutação com capacidade de aquisição de um carro popular zero km, completo. 

Tamanha realidade, tem mexido com o cotidiano dos brasileiros (epa!, pera aí, não pensem que me excluo dessa navalha).

Bem, como eu sei que este assunto não é novidade (eu sei, eu sei, eu sei….). Me permitam a despedida, para continuar curtindo, de forma saudosa, a voz do Toni Garrido (ex-Cidade Negra):

“…permita, que o amor invada sua casa coração. Que o amor, invada sua casa coração. Que o amor, invada…”

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g_foto21Do mais pobre ao mais rico, todos nos preocupamos com dinheiro. Preocupamo-nos com nosso saldo bancário, nossas ações, nossa aposentadoria, nossas contas. Imaginamos que um dinheiro extra resolveria todos os nossos problemas; mas curiosamente, é no país mais rico do mundo, os EUA, que as pessoas mais se atormentam e são, aparentemente, mais deprimidas.

É estranho, na vida moderna, que lutemos tanto com o dinheiro. Nunca achamos possuir o bastante e, em parte, porque somos constantemente estimulados a agir assim. A publicidade e os artigos das páginas de finanças pessoais no jornal de domingo – instigam-nos a ficar cada vez mais nervosos com respeito ao seguro do carro, empréstimos, cartão de crédito, planos de saúde, etc.

…Assim, muito cuidado com o seu dinheiro, é preciso dominá-lo. A perda do auto-controle, faz com que esse Frankenstein que criamos, a todos domine. É o feedback da vida, pelas ações irracionais humanas, a máquina ( o instrumento) acima do seu criador.

Trecho da obra: O pequeno livro do dinheiro (páginas 9-11). Autor: David Boyle, editora Cultrix.

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A riqueza universal

_44210121_flood_ap416b“Só existe uma riqueza: a vida. A vida, incluindo todos os seus poderes de amor, alegria e admiração. O mais rico dos países é aquele que alimenta o maior número de seres humanos nobres e felizes. O mais rico dos homens é aquele que, tendo aperfeiçoado ao máximos as funções de sua própria vida, exerce também influência benigna, tanto por sua pessoa quanto por seus bens, sobre a vida dos semelhantes.”

(John Ruskin, Unto This last)

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Faltam ovos em Cuba

Por: Fernando García

Alguns cubanos descontentes se refugiam no humor ultimamente, e falam de dois planos imaginários de abastecimento do governo, batizados com os nomes de um povoado e uma serra: “El plan Camarioca: hay pero no te toca. Y el plan Escambray: te toca pero no hay” [O plano Camarioca: existe mas não o afeta. E o plano Escambray: o afeta mas não existe].

Um mês depois da passagem devastadora dos ciclones Gustav e Ike, a escassez de alimentos é uma realidade em Cuba. Um produto tão elementar quanto o ovo se transformou em um bem cobiçado e caro, além das dez unidades por pessoa/mês que o Estado distribui e promete continuar distribuindo. (mais…)

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The_New_York_Times

Há poucos meses eu me vi em um encontro de economistas e autoridades financeiras, discutindo – o que mais? – a crise. Houve muita auto-análise. Um importante autor de políticas perguntou: “Por que nós não vimos que isso estava para acontecer?”

Havia, é claro, apenas uma coisa a dizer em resposta, então eu disse: “O que você quer dizer com ‘nós’, cara pálida?”

Falando sério, o funcionário do governo tinha razão. (mais…)

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NEOQEAV

pontesO lilás da sua blusa anunciava que o pôr do sol estaria refletido na prata dos seus longos brincos em forma de tubo.

Enquanto isso, lá do outro lado da ponte, esperava o melhor momento para estreitar a comunicação dos nossos olhos. Que tortura! apesar dos esforços, o máximo que consigo é tocar seus dedos.

Escrevo uma carta, os ventos estão ao meu favor,  e lá do outro lado da ponte a remeto em forma de foguete. Percebi as luzes do seu sorriso me dizendo: “gostei muito”. 

A ansiedade aumenta, a resposta tarda a chegar. Decido escutar Jorge Drexler: “…Me agarraste por dentro, fuerte. Me llevaste del brazo,vente. Soy un nudo de doble lazo, al otro lado del puente…”

Agora não existe ninguém que revele o impacto do título da carta: NEOQEAV (Nunca Esqueça O Quanto Eu Amo Você).

Me Agarraste!

 

(Xaluan)

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