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Archive for junho \29\UTC 2008

O pai da economia moderna, Adam Smith, dizia que os governos não deveriam interferir na economia. Para Smith, havia uma força maior chamada de “mão invisível” que garantia o equilíbrio aos mercados.

Na prática, nem sempre a mão invisível funcionava de forma a promover a justiça, sendo necessária a intervenção governamental.

No capitalismo, os economistas liberais, afirmam que os agentes econômicos são racionais e, por isso, tomam decisões ótimas. Acontece que, no mercado, a lei do mais forte prevalece. Muitas vezes, o trabalhador se submete a determinadas relações devido ao seu baixo poder de negociação ou a sua frágil condição sócio-econômica. É aí, que a justiça, as leis, ou seja, o Estado, deve-se fazer presente para melhorar os resultados nas relações de mercado.

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As diferenças entre os padrões de vida em todo o mundo são assustadoras. Estima-se que se todas as pessoas tivessem o mesmo padrão de consumo dos EUA ou da Europa, precisaríamos de mais dois ou três planetas terra.

O que explica as diferenças entre os padrões de vida entre as nações é a sua capacidade de produzir e evidentemente de distribuir sua riqueza.

Em países onde os trabalhadores podem produzir uma grande quantidade de bens e serviços por unidade de tempo, a maioria das pessoas desfruta de padrões de vida elevados.

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A inflação é um fenômeno que preocupa economistas, governos, planejadores e a sociedade como um todo. O “dragão” da inflação corrói os salários, diminui os ganhos reais, promove a perda do poder aquisitivo da moeda, destruindo o orçamento das famílias, principalmente, das de baixa renda.

Há algumas correntes que explicam as causas, consequências e o mecanismo de combate. Dente estas, encontra-se a monetarista. (mais…)

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Todos os dias as pessoas precisam tomar decisões, realizar escolhas e, isso significa enfrentar tradeoff. Na economia os recursos são escassos, uma vez que os desejos humanos superam a quantidade disponível do bens e serviços para satisfação das nossas necessidades.

Quando o governo aumenta a quantidade de moeda na economia, um dos resultados é a inflação. (mais…)

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Retratos de Amor

“É mais fácil amar o retrato. Eu já disse que o que se ama é a ‘cena’. ‘Cena’ é um quadro belo e comovente que existe na alma antes de qualquer experiência amorosa. A busca amorosa é a busca da pessoa que, se achada, irá completar a cena. Antes de te conhecer eu já te amava….

E então, inesperadamente, nos encontramos com rosto que já conhecíamos antes de o conhecer. E somos então possuídos pela certeza absoluta de haver encontrado o que procurávamos. A cena está completa. Estamos apaixonados”.

(Rubem Alves)


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O consumo está na ordem do dia. Para o bem e para o mal. Precisamos consumir para viver. A pergunta é: o que consumimos? O que tem a ver a necessidade humana de bem viver com a atual explosão do consumo, com a cultura do que é efêmero e descartável?

O consumismo tornou-se uma grande armadilha para o ser humano e para o planeta. Até que ponto o consumo responsável pode ajudar na superação da atual crise de alimentos no mundo? Não podemos separar o movimento mundial pelo consumo responsável da necessidade de uma política de segurança alimentar para todos os seres humanos do planeta. O direito à alimentação deve ser associado ao consumo e à produção sustentáveis.

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Auto-Engano

O professor de economia, Eduardo Giannetti, escreveu um livro intitulado: AUTO-ENGANO, que fala sobre as mentiras que contamos a nós mesmos. Mentimos para nós o tempo todo: adiantamos o despertador para não perder a hora, acreditamos nas juras da pessoa amada, só levamos realmente a sério os argumentos que sustentam nossas crenças.

Sem o auto-engano, a vida seria excessivamente dolorosa e desprovida de encanto.

O problema é que as mentiras que nos contamos não trazem seu nome verdadeiro estampado na fronte.

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