Em um mundo globalizado onde 40% das pessoas precisam tomar remédios para dormir, enquanto outras estão consumindo fluoxetina , algumas convivem diariamente com a eminência do desemprego por não atingir as metas, outros com medo do fracasso na esfera do amor, capitalizando uma atmosfera de tensão, pânico, depressão e violência.
Como, então, obter resultados positivos nesta economia capitalizada por investimentos de exclusão e insegurança? Eis uma indagação que parece não estar na pauta dos homens poderosos do G-20.
Ao contrário da lógica do mercado capitalista, onde tudo possui um preço. A solução é gratuíta, intangível e múltipla. Tudo começa no alfa, na verbalização do diálogo entre as pessoas, no poder do olhar e de forma associada (cooperada) conectadas ao Divino.
A essência da economia da coragem está na Fé. No poder de acreditar na potencialidade do que não é intangível, na realização de projetos que emanam em considições aparantemente desfavoráveis. Mas que por FÉ acontecem de forma sobrenatural. Aqui, o crédito não é financeiro, ele, é místico e relacional.
A economia da coragem está baseada na ligação do homem com uma crença, com um ser superior, ou seja, com Deus.
A velocidade de conexao da economia da coragem não é banda-larga, é muito mais do que isso, equivale a velocidade da luz.
Nesta economia, o estado de pânico é substituído por laços de amizade, de alegria, de sorriso com uma forte dosagem de crença.
A criatividade, o respeito, a naturalidade, a simplicidade são ingredientes fundamentais para que os projetos de vida sejam edificantes, estruturadores e, por conseguinte, fortalecedores.
A economia da coragem está além do estereótipo da força física, do posicionamento hierárquico ou do porte de uma arma. O salto qualitativo está na atitude de querer viver, na auto-confiança, reagindo com naturalidade aos acontecimentos naturais da vida.
Coragem é experimentar, é se preparar, é amar a Deus e gostar de viver com pessoas.