O economista John Maynard Keynes, considerado o pai da Macroeconomia, considerava o consumo como uma função da Renda disponível. As pessoas precisam ter trabalho, gerar produção, para atingir as metas de consumo.
Atualmente as empresas, através do marketing, criam uma atmosfera onde o consumo tornou-se sinônimo de modernidade.
Nas escolas, as crianças que se destacam em alguma área como: matemática, futebol, ciências, ou algo do gênero, são “presenteadas” com produtos de marcas. Na verdade, essa generosidade se configura em uma estratégia de marketing fabulosa.
Os “pequenos” líderes, admirados por seus outros coleguinhas, transitam com os seus “presentes” hightec, permeando uma aura de inovação, superioridade, ou o que poderíamos dizer: diferencial competitivo.
“Toda” escola passa a desejar aqueles produtos. As crianças se agrupam em tribos, identificadas por elementos comuns e, por isso, necessitam adquir estes objetos mágicos como simbologia de pertencimento ao grupo, ou na busca, de alcançar a admiração dos amiguinhos.
Os seres humanos almejam valor+Ação(valorização). E a varinha mágica do mercado continua regendo as nossas ações, com maestria, no sistema capitalista.
Os pais, por sua vez, para satisfazer os desejos dos “filhotes” adquirem as marcas em forma de: games, álbuns de figurinhas, baús, sandálias, relógios, bonequinhos, dentre outros.
Assim meus amigos poetas, na modernidade, o chip do consumo está presente desde o momento em que nascemos.
C´est la vie!
Parece que os Bancos estão seguindo direitinho a máxima: Na crise tire o “s” e transforme-o em oportunidades CRIE$.